KRENAK: O AMANHÃ NÃO ESTÁ À VENDA
Será que constituímos realmente uma humanidade? A palavra sugere pertencimento comum, mas nossas sociedades convivem com enormes desigualdades e historicamente relegaram indígenas, quilombolas, populações tradicionais e outros grupos a uma condição de “sub-humanidade”. A crítica de Krenak, portanto, não se limita à relação homem-natureza: alcança a própria maneira pela qual determinados grupos humanos foram excluídos da ideia moderna de humanidade.
OBRA A SER LIDA E DISCUTIDA
KRENAK, Ailton. O amanhã não está à venda. São Paulo: Companhia das Letras, 2020
LINK AO TEXTO DE KRENAK
https://acervo.socioambiental.org/sites/default/files/documents/kql00004.pdf
PERGUNTAS GERADORAS DA DISCUSSÃO
A concepção de humanidade
Ao questionar se constituímos de fato uma “humanidade”, que concepção alternativa de ser humano podemos identificar em Krenak? O que mudaria na educação, na formação das novas gerações e em nossas práticas de leitura se compreendêssemos o humano não como centro do mundo, mas como parte de uma comunidade ampliada de seres e formas de vida?
Diálogo com as leituras anteriores
Considerando os textos já discutidos pelo nosso grupo AA ESTUDO sobre a condição humana na contemporaneidade, em que aspectos o pensamento de Krenak converge com esses diagnósticos e em que aspectos introduz uma perspectiva nova ou mesmo uma ruptura, especialmente ao deslocar a discussão da sociedade e da tecnologia para nossa própria maneira de conceber a vida e nossa relação com a Terra?
REUNIÃO ONLINE (reserve a data na sua agenda)
20 de outubro de 2026 (terça feira)
Horário: 18:00 às 19:30 h
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